quinta-feira, 7 de abril de 2011

CALCULO DAS DUAS MAIORES MÉDIAS- POR RONALDO FILHO

// Função : Declarar as duas maiores medias
// Autor : Ronaldo Holanda Lima Filho
// Data : 31/03/2011
// Seção de Declarações
var
av1, av2, av3: real
n1,n2,n3,n4: real
nome: caractere
inicio
// Seção de Comandos
escreva ("Nome do Aluno(a): ")
leia (nome)
escreva ("Nota 1: ")
leia (n1)
escreva ("Nota 2: ")
leia (n2)
escreva ("Nota 3: ")
leia (n3)
escreva ("Nota 4: ")
leia (n4)
av1<-(n1+n2)/2
escreva ("Nota da av1: ")
escreval (av1)
av2<-(n3+n4)/2
escreva ("Nota da av2: ")
escreval (av2)
escreva ("Nota da av3: ")
leia (av3)
se (av1>av3)e(av2>av3) entao
escreva ("As Duas Maiores Medias do Aluno ")
escreva (nome)
escreva (" são:")
escreva (av1)
escreva (" e")
escreva (av2)
fimse
se (av2>av1)e(av3>av1) entao
escreva ("As Duas Maiores Medias do Aluno ")
escreva (nome)
escreva (" são:")
escreva (av2)
escreva (" e")
escreva (av3)
fimse
se (av3>av2)e(av1>av2) entao
escreva ("As Duas Maiores Medias do Aluno ")
escreva (nome)
escreva (" são:")
escreva (av3)
escreva (" e")
escreva (av1)
fimse

fimalgoritmo

terça-feira, 29 de março de 2011

SOLUÇÃO EQUAÇÃO DO 2o GRAU

algoritmo "equação do 2º grau"
// Função :tirar raiz de delta e tirar x1, x2
// Autor :djones
// Data : 29/3/2011
// Seção de Declarações
var
a,b,c,resolb,resoldelta,delta,x1,x2:real
inicio
// Seção de Comandos
escreval("insira A: ")
leia(a)
escreval("insira B: ")
leia(b)
escreval("insira C: ")
leia(c)
resolb<-(b^2)
delta<-(resolb-4*a*c)
se(delta<0)entao
escreval("Não há raizes reais: ")
fimse
ou
se(delta>0)entao
resoldelta<-raizq(delta)
x1<-((-b+resoldelta)/2*a)
x2<-((-b-resoldelta)/2*a)
escreval("x1: ", x1)
escreval("x2: ",x2)
fimse


fimalgoritmo
Por Djones

domingo, 5 de dezembro de 2010

Análise dos Sistemas Operacionais Atuais

Veja alguns seminários sobre os Sistemas Operacionais -
CHROMIUM OS
ANDROID
WINDOWS 7
MAC OS X
LINUX
SISTEMAS OPERACIONAIS EM NUVEM
e outros
http://qik.com/g7ti

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

LABORATÓRIO DE LINUX – PARTE II

LABORATÓRIO DE LINUX – PARTE II
1) Execute o comando vmstat e anote o resultado.

Analise os resultados de acordo com as categorias abaixo:
PROCESSOS
Quantos processos estão em execução e quantos estão bloqueados?
MEMÓRIA
Qual a quantidade de memória livre?
SWAP
O que significa si e so?
I/O
O que significa bi e bo?
CPU
us e sy  são tipos de atividades, respectivamente _______________, __________________
id  mostra quando um processo não está sendo usado
wa  mostra quando um processo está aguardando por tarefas de I/O

OBSERVAÇÃO : ao executar vmstat apenas uma vez, todas as informações impressas não refletem o estado do sistema naquele instante, e sim uma média dos valores desde o último reboot, exceto o grupo procs e dos dados da memória.
Para executar o programa vmstart a cada 6 segundos por 9 vezes digite: vmstat 6 9
Compare com os valores inicias.

LABORATÓRIO DE LINUX – PARTE I

LABORATÓRIO DE LINUX – PARTE I

1) Crie a seguinte árvore de diretórios abaixo de SEU diretório home:
Home do Usuário (diretório
• “Seu nome e sobrenome”
• Linux
• Pasta1

2) Crie o arquivo anotacoesLinux dentro do diretório Pasta1, contendo o texto:
Linux um sistema operacional Multiúsuário, Multitarefa, Modular e Transportável :
3) Renomeie o arquivo anotacoesLinux para auladeLinux1

4) Copie o arquivo aulaLinux1 para o diretório Linux

5) Crie o arquivo aulaLinux2 dentro do diretório Linux contendo o texto:
A estrutura do Linux é dividida em Shell, Kernel e Ferramentas e aplicativos.
6) Mostre o conteúdo do arquivo AuladeLinux1 e AuladeLinux2 juntos

7) Apague os arquivo AuladeLinux1 e AuladeLinux2.

8) Apague os diretórios que você criou no item 1.
...................... // ..............................
9) verifique quantos processos existem atualmente.
9.1) O que são PR e NI ?

10) Desligue o computador por comando via console


1) echo $SHELL  retorna a shell que está sendo utilizada
/Bin/bash
2) pwd diretório atual
3) ls  listar arquivos
Ls –F  marcar arquivos com caracteres designando seu tipo
Ls –l exibir longas listagens
Ls –a  lista até os arquivos ocultos
Ls –s  imprime o tamanho dos arquivos
Ls –t  classificar por hora do arquivo, com novos arquivos primeiro
Ls –R  listar arquivos recusrsivamente, incluindo arquivos de outros diretórios
Ls –i  listar i – nó do arquivo.
4) touch  modificar o acesso e os tempos de criação de arquivos, efeito lateral é criar um arquivo vazio se ele ainda não existe.
5) rm  remove arquivos
6) mkdir  criar um diretório
7) rmdir  remove um diretório vazio
8) cp  copiar arquivos
cp arquivo destino ex: cp helloword /tmp
9)copiar diretório
Cp –R adir /tmp
10) mv  mover arquivos e diretórios
Mv arquivo destino
Mv afile file2
11) Cat  exibe dois textos juntos(conCATenados)

Web aula sobre Sistemas Operacionais

link: http://qik.com/g7ti

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que são multi e hyper-threading?

Os processadores foram os componentes de computador que tiveram uma evolução galopante desde seu primeiro modelo até os que encontramos hoje no mercado. Para aumentar a velocidade dos processadores e a dos computadores, diversas tecnologias novas foram desenvolvidas.
Hoje você não precisa procurar muito para encontrar computadores que tenham processadores com mais de um núcleo, ou que possam simular diversos. Porém, as especificações destas máquinas muitas vezes utilizam nomes específicos como Multithread ou Hyper-threading e geram dúvidas sobre seu funcionamento.
O que é Thread?
Em palavras simples, uma thread é um conjunto de tarefas existentes em um ou mais programas, executadas ao mesmo tempo pelo processador. Por exemplo, você não precisa parar de ouvir música enquanto utiliza um editor de texto, muito menos fechar uma janela de seu navegador para imprimir uma imagem. Agora pense em diversas tarefas dentro de um único processo (como a emissão de sons e imagens ao mesmo tempo em um jogo) e você tem threads.

Uma Thread acontece quando um programa precisa resolver duas ou mais tarefas concorrentes (e em andamento). Threads não são processos, estando contidas dentro de processos. Pode haver múltiplas threads dentro de um mesmo processo (ao menos uma sempre existe) e também é possível dividir recursos do computador (como memória e arquivos abertos, por exemplo), enquanto processos não podem fazê-lo.
Nos computadores cujo processador possui um núcleo, as threads são processadas de maneira, aparentemente, simultânea, pois a mudança entre uma e outra é feita de maneira muito rápida. Nos computadores cujo processador tem mais do que um núcleo, as threads são efetivamente realizadas de forma simultânea.
Resumindo...
Normalmente, um processo (de qualquer programa) é dividido em várias linhas, as quais possuem ordens específicas. Cada linha pode ser lida e processada separadamente pelo processador. Estas linhas são o que chamamos de Threads. Evidentemente, para que as Threads possam ser executadas ao mesmo tempo, o computador precisa de duas coisas: um sistema capaz de realizar esta divisão de threads e um processador capaz de executar várias threads.
Multithread
Multithreading é a capacidade que o sistema operacional possui de executar várias threads simultaneamente sem que uma interfira na outra. Estas threads compartilham os recursos do processo, mas são capazes de ser executadas de forma independente. Para possuir processamento multithread “real”, os processadores precisam ser capazes de atender duas ou mais threads ao mesmo tempo e não simular este efeito, atendendo-as uma por vez em um curto período de tempo.
A maior vantagem trazida com a execução multithread é permitir que os computadores com múltiplos núcleos de processamento possam aproveitar todo o seu potencial e operar de forma mais rápida. Apenas para ilustrar, nos computadores sem este tipo de suporte, quando o processo principal toma muito tempo, a aplicação inteira parece travar.
SuperThreading
Esta tecnologia foi desenvolvida a partir da observação de que algumas vezes o processador era deixado ocioso enquanto executava as instruções de uma thread (nem todo processo requisita toda a capacidade do processador). O objetivo principal era aproveitar este período de ociosidade para a execução de instruções de outra thread.
Na execução SuperThreading o processador pode executar instruções de threads diferentes para cada ciclo de processamento. Entretanto, quando um destes ciclos não está mais sendo utilizado por determinada thread, é aproveitado para executar outra que esteja pronta.
Hyper-threading
Hyper-threading ou Simultaneous multithreading (SMT), basicamente, seria uma espécie de evolução da tecnologia SuperThreading, porém sem a limitação de que todas as instruções executadas em um mesmo ciclo de processamento sejam da mesma thread.

A tencologia de Hyper-thread permite que as threads sejam executadas em paralelo (paralelismo) dentro de cada núcleo de processador existente no computador. Este tipo de processamento aproveita de forma mais eficiente o uso dos recursos dos processadores e melhora ainda mais a performance multithread dos programas. Na imagem abaixo você pode conferir a presença da tecnologia Hyper-threading (HT) nos processadores Pentium 4.

Veja que o Windows reconhece dois núcleos num processador que tem apenas um núcleo físico
Para deixar um pouco mais claro, pode-se dizer que um único processador com tecnologia hyper-threading habilitada é tratado pelo sistema operacional como dois processadores ao invés de apenas um. Assim sendo, um único processador físico poderia ser tratado pelo Sistema como dois processadores virtuais dividindo tarefas entre eles.
Como um exemplo atual, poderíamos utilizar os processadores Core i7 da Intel, que apesar de possuírem quatro núcleos físicos, simulam o funcionamento de oito.
Por Ana Paula Sedrez de Souza Pereira
 
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